Posts com Tag ‘Egotrip’

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Anyone else but you

Junho 23, 2009

omeiovirouamor

Como é difícil começar um texto depois de tanto tempo parado. Nesses últimos meses eu tive inúmeras idéias para escrever nesse empoeirado blog, mas elas sempre se resumiam a comentários no twitter e não tão bem explicados em frases e parágrafos com mais de 140 caracteres.

Mas chega um momento em que tudo transborda. A necessidade de falar é mais alta e palavras saem pelos poros, pelos olhos, pela fumaça de nossos cérebros e, nesse exato momento pelos dedos nesse teclado.

Ao mesmo tempo em que há tanto a ser dito, não existe necessariamente uma ordem lógica por onde começar. O que eu falo primeiro? Como vou contar tudo que está preso na garganta.

Vou contar então para você, minha leitora mais antiga e assídua desse blog, que estou apaixonado. Conheci uma mulher que está acima de todas as garotas com quem eu já saí. Sim, garotas. Porque ela é diferente. Ela é especial.

Ela apareceu de repente na minha vida. Sem que eu esperasse, sem que eu me preparasse psicologicamente e me atropelou de tal forma que eu ainda nem sei de que lado fica o céu e qual fica a Terra.

Veja bem minha amiga, justo eu, que na hora não imaginava que alguém fosse se apaixonar por mim. Alguém que havia perdido as esperanças no amor e que não haveria no mundo uma pessoa capaz de se doar um pouco, ela vem e doa um mundo inteiro só para mim.

Mas eu preciso abrir meu coração para você e dizer que isso não foi fácil. Havia muita coisa contra nós. Fiquei com medo. Medo dos outros, de como eles entenderiam e pela primeira vez na minha vida, me preocupei com o julgamento dos outros.

Relutei muito e não quis aceitar essa possibilidade. Estava trancado em um quarto escuro e alguém me chamando para sair desse local não podia ser algo bom. Pareciam aquelas cenas clássicas de filme de terror onde o mocinho, ao pensar que está seguro, vem o mostro e o ataca pelas costas. Preferia a segurança de viver o passado ao risco de passar por algo novo.

Na minha cabeça parecia que o melhor da minha vida já tinha ficado para trás. Uma infeliz conclusão antecipada de alguém que não conseguia enxergar um palmo na frente do nariz. E olha que não estava escondido não. O sinal era claro, setas de neon piscavam e embaixo delas havia uma mulher com o sorriso mais lindo que eu já vi na vida. Um olhar doce de quem já passou por tanta coisa, mas não perdeu a inocência em nenhum momento. A cabecinha virada de quem está louca para se aninhar no colo do seu peito enquanto você faz cafuné e passa horas sem precisar dizer nada.

Porque não era mais preciso dizer nada, pelo menos para nenhum de nós dois.

Vivemos na “clandestinidade” durante alguns meses. Para que não só nossos corpos, mas nossas mentes e corações fossem uma coisa só. Algo tão forte que nem o mais poderoso golpe poderia quebrar.

E assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor. Desse momento em diante, não nos separamos mais. Ontem, dia 22 completamos 6 meses de namoro e vejo você deitada em nossa cama, sonhando, respirando fundo enquanto lágrimas de alegria escorrem em meu rosto e uma sensação que eu nunca tive em toda a minha vida passa por todo o meu corpo.

Aí lembrei de um antigo post que escrevi nesse blog em meados de setembro? Nossa! Foi no começo de Julho… dia 3 para ser mais exato. Um post em que revelava minha opinião sobre o casamento: “Quero casar porque sei que quando estivermos velhinhos continuaremos apaixonados como no dia que nos conhecemos.”

E estamos sim casados. Moramos juntos a mais tempo do que namoramos. Fazemos planos e estamos conquistando um de cada vez, como se a cada momento fosse necessário passar por um obstáculo, pular por ele. E cada vez que o desafio aumenta, minha confiança de que ele vai ser ultrapassado só existe porque vejo você do meu lado, de mãos dadas, passando junto comigo.

Eu só tenho a agradecer por tudo isso que eu estou vivendo do seu lado, porque sem você a vida não teria a menor graça. Eu amo a Michelle Vargas. E tenho dito!

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Sinais que você é muito bonzinho

Novembro 18, 2008

tira364
Nós aprendemos quando somos crianças que ser bonzinho é uma virtude. Quando crescemos, aprendemos com nossos pais que devemos ser “cavalheiros”. Nos ensinam a ser educado, a dividir, a sempre levar o outro em consideração e ser gentil. Para a maior parte da sua vida, esse é um bom conselho. Para vivemos em sociedade é necessário civilidade e os relacionamentos exigem respeito mútuo. Acontece que quando você é bonzinho demais, as pessoas tendem a tirar vantagem de você – especialmente as mulheres.

Em um relacionamento, assim como na vida, é possível que você seja muito cuidadoso, muito prestativo e muito egoísta. Existem sinais que você está bonzinho demais e eu vou te ajudar a reconhecê-los. Mesmo que você esteja atrás de uma mulher ou já tenha a sua, quando você é bonzinho demais pode não conseguir um relacionamento da maneira que quer. Mulheres sempre gostam de um cavalheiro, mas elas não respeitam um homem ingênuo. Qual deles você é? Leia as dicas abaixo e descubra por si só.

1 – Você é muito respeitoso

Na maioria das situações sociais, boas maneiras e educação com as outras pessoas podem te levar longe. A mulher em sua vida geral merece respeito. Porém, enquanto toda mulher gosta de um cavalheiro, existem algumas áreas que você não precisa ser muito respeitoso. Estou falando especificamente do quarto neste caso.

Ser muito respeitoso embaixo dos lençóis é um sinal que você é bonzinho demais. No quarto, mulheres gostam de espontaneidade, assertividade e uma pitada de aventura. Sua namorada ou mulher não quer que você seja delicado ou inseguro na cama. Ela quer paixão. Ela quer que você destrua ela. Ela pode até querer um pouco de sacanagem verbal.

2 – Você é muito interessado

Se você é incansavelmente interessado por todas as pequenas coisas que sua mulher ou namorada faz, é outro sinal de que você é bonzinho demais. Eu sei, você quer saber sobre sua carreira, sua família e seus hobbies, mas é um mau sinal quando você fica mais interessado na vida dela do que na sua. Ela vai ficar cansada de você meter o seu nariz em todos os assuntos e todo esse interesse excessivo vai fazer de você um chato.

Se você abandonar suas aspirações, negligenciar seus interesses e se distanciar dos seus amigos só para concentrar toda sua energia no seu relacionamento, ele estará fadado ao fracasso. Desistindo de todas as coisas que fazem de você um cara interessante (e, por fim, quem você é), estará matando o cara por quem ela se apaixonou. Esse é o motivo pelo qual ser muito interessado nela é um dos sinais que você é bonzinho demais.

3 – Você elogia demais

Elogiar demais é outro sinal de que você é bonzinho demais. Toda mulher ama receber um elogio, mas também toda mulher quer um elogio genuíno. Uma vez que você começa a dizer o quão bonita ela é seis vezes por dia, o elogio perde todo o significado.

Tem dias que a sua mulher ou namorada está linda de parar o trânsito. Ela provavelmente vai adorar o elogio quando vocês planejarem um jantar a dois, por exemplo. Porém, existem dias que ela vai parecer que foi atropelada por um caminhão. Ela não quer ouvir como são lindos os olhos dela quando estiver de ressaca e seus olhos estiverem vermelho sangue. Faça elogios genuínos, mas econômicos. Assim eles serão mais valorizados

4 – Você é muito compreensivo

Ultimamente está fora de moda julgar demais as pessoas. Aceitação e tolerância são virtudes da era moderna. E isso é ótimo, mas quando você se torna muito compreensivo é um sinal de que você está bonzinho demais.

É fato: Algumas pessoas são um saco. E mesmo as pessoas boas fazem coisas ruins de vez em quando. Tentar “entender” o ponto de vista da outra pessoa quando ele ou ela passa por cima de você é covardia. Algumas vezes você tem que lutar por si só. Mais importante, se sua namorada ou mulher perceber que outras pessoas passam por cima de você, ela também passará até o dia que não passará nem perto.

5 – Você é muito feliz

O último sinal que você é bonzinho demais é o seu humor. Se você está feliz e contente todo o tempo do mundo, você é bonzinho de mais. Todo mundo fica puto de vez em quando. A maioria das vezes é uma resposta justificável. Crianças mal educadas, por exemplo, nos levam a um certo nível de raiva. Quando algum funcionário seu é pego em flagrante matando trabalho, é necessária uma resposta. Assim também é quando sua namorada faz algo que você não gostou. Ficar puto ou bravo em momentos apropriados é um sinal de instabilidade. É sinal de que você é um homem.

Malvado ou Bonzinho?
Existem poucos sinais que mostram que você é bonzinho demais. O objetivo aqui é o respeito próprio. Se você tem um claro senso de quem você é e o que você quer da sua vida, não vai deixar que alguém passe por cima de você. Se você não se respeitar, esteja preparado para ser tratado como um capacho. E tenho dito!

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Paixonite

Setembro 25, 2008

Eu a conheci numa entrevista de emprego há mais ou menos 5 meses atrás. Morena, cabelos finos e lisos, linda e com um sorriso mais bonito ainda. Sem perceber, fiz a entrevista olhando somente para ela, ignorando praticamente a existência de sua colega de trabalho que também a acompanhava na entrevista.

Fui contradado e comecei a trabalhar com ela. Cada dia que passava, cada vez mais me via encantado. Parecia que existia um gigantesco imã em meus olhos. Tudo que ela fazia me chamava a atenção e me deixava com cara de bobo.

Trabalhamos juntos por apenas duas semanas e como a maioria das minhas paixonites, eu nada fiz para tentar conquistá-la. Uma mulher como ela, nunca iria dar bola para um cara como eu. Ela é uma nota 9 e eu 7. Mulheres assim só ficam com caras nota 8, 9 ou 10.

Passaram-se 3 meses, quando o nome dela aparece piscando no meu computador. Abri a janela e começamos a conversar.

AL: Oi Matheus! Tudo bem? Tá muito ocupado?

M: Não, pode falar. Como você está?

AL: Tudo bem. Vou sair de férias. Isso é uma novidade incrível por sinal.

(Eu pensei: Uau! Ela me chamou para falar isso? Como assim? O que eu respondo?)

M: Uau! Que legal! Finalmente te deram uma trégua.

(Trégua? Trégua Matheus??? Não tinha nada melhor para falar? Fica quieto então!)

AL: Quase na marra digamos!

M: Hehehe. Imagino.

AL: Queria te convidar pra almoçar um dia desses, topa?

M: Claro! Que dia é melhor pra você?

(O que raios deu nela? A gente não se fala há 3 meses e nunca fomos amigos.)

AL: Estou querendo mexer numas coisas aqui na agência e tal… to batendo um papo com uma galera. Te ouvir seria interessante.

(Ah, ok. É trabalho. Matheus, você é mesmo um idiota. E você achando que ela iria realmente descobrir depois de 3 meses que você é o amor da vida dela e decidiu te chamar para um almoço, não é? Seu imbecil)

M: Vou adorar! Vamos sim! Não sei se posso te ajudar muito, mas vai ser legal te ver.

AL: Nem esquenta. To mesmo querendo papear. Gostei de trabalhar com você.

(Algo aconteceu lá. Ela deve querer me chamar de volta. Quem será que saiu ou foi mandado embora da agência?)

M: Que ótimo. Eu também adorei trabalhar com você. Vamos marcar sexta no shopping?

AL: Então ótimo. Até lá a gente se fala. Um beijão então! Até breve!

Mas naquela sexta não houve almoço. Uma virose a deixou de cama e ela não foi trabalhar. Na semana seguinte, a proximidade das férias fizeram ela trabalhar mais do que imaginava e mais uma vez cancelou o almoço. Duas vezes. Minha ansiedade me consumia intensamente. Se eu fosse fumante, teria fumado 3 maços de cigarro por dia durante a semana toda.

Suas férias chegaram e não nos falamos. Ela foi para a Europa numa viagem de 15 dias. Eu usei esse tempo para me enfiar de cabeça no trabalho e esquecer o assunto. Com certeza ela pensou duas vezes e percebeu a besteira que estava fazendo.

Chego na agência um belo dia e vejo seu nome online no messenger. Não falo nada. Ela desmarcou todas as vezes e não marcamos mais nenhuma data. Se eu falar com ela agora, vai parecer que eu estou desesperado para sair da agência que eu trabalho, ou pior, desesperado para encontrar com ela.

Uma semana passou e nada. Com certeza ela esqueceu do nosso almoço. Acho que pressionei demais todas as vezes que remarcamos e ela desistiu. Na tarde de terça-feira, desta semana, o nome dela volta a pular no meu computador.

AL: Matheus!! Como vai? Acho que agora  podemos agendar melhor nosso almoço. Quinta é um dia ruim pra você?

(Ela lembrou! Maravilha! O que eu tenho quinta? Reunião aqui na agência? Dane-se. Vou adiantar as coisas e vou almoçar com ela)

M: Oi. Por mim fechado. Como foi de férias?

AL: Incrível! Voltei semana passada , mas as coisas aqui estavam uma loucura. Essa semana está melhor.

M: Eu imaginei!

(Mentiroso! Mentiroso! Mentiroso!)

AL: Combinado então. Quinta a gente almoça. Beijos!

Na manhã de hoje acordei com borboletas no estômago. Não me sentia assim há 4 anos. Repensei os motivos que ela teria em me chamar para almoçar. De repente me caiu a ficha. Uma das meninas que trabalhava com ela tinha saído de lá. Ela com certeza ia me propor para voltar a trabalhar com ela agora ocupando o cargo de sua amiga. Estava claro! Como não percebi isso antes?

Fui tranqüilo pro shopping. Cheguei mais cedo e peguei uma mesa no restaurante. Ela chegou 5 minutos depois. Ainda mais bonita. Os cabelos mais curtos, lisos e preso com um pequeno nó que só ela sabe dar. Com um sorriso no rosto ela me abraçou, ficamos conversando sobre as férias dela, sobre trabalho, perspectivas de futuro, amigos em comum e de repente ela me pergunta:

“E você? Tá namorando?”

Meu coração parou. Então percebi uma curiosidade maior do que o normal em seu olhar e um leve sorriso no rosto. Será que ela também está interessada? Então foi pra isso que viemos aqui? Até agora não tocamos no tema de nosso almoço. O que está acontecendo?

Pagamos a conta e enfim toquei no assunto. Ela simplesmente passou batido por ele, como se agora não tivesse mais importância. Acompanhei ela até a porta do shopping e me despedi dela com um beijo no rosto e um grande abraço.

“Vamos ver se a gente marca mais vezes”. E dizendo isso, segurou minha mão agora. “Vou te passar as fotos da viagem para você”. Respondi que adoraria vê-las e que a gente ia marcar um outro dia.

Assim, fui embora. Não consegui trabalhar a tarde inteira e ainda por cima fiquei repassando todos os passos do início da conversa até hoje. Acho que preciso de um cigarro.

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Fogo Amigo

Agosto 18, 2008

Homem é um bicho burro mesmo. Tá bom, eu sei que não comecei aqui dizendo nenhuma novidade, mas é que esse final de semana me fez perceber o quanto que as mulheres estão à nossa frente.

Sim, o jogo já mudou e elas viraram a mesa. As mulheres são mesmo o próximo passo da evolução humana e nós, pobres homens estamos fadados a cumprir nossos papéis de meros procriadores.

As mulheres são estrategistas natas e competitivas por natureza. Elas têm 24 horas para serem as melhores mães, filhas, esposas, amantes e funcionárias exemplares. Nós homens somos bichos preguiçosos. Fazemos o que nos dá vontade na hora e não pensamos nas conseqüências. Elas já estão sempre pensando um passo à frente.

Essa competitividade faz da amizade entre mulheres algo estranho para mim. É engraçado ver que até mesmo em um lugar onde todas se dizem amigas, existe a disputa. Ao invés de agirem como uma equipe, ficam criando competições internas.

Talvez seja uma espécie de treino para a guerra entre as outras mulheres do mundo, mas esse fim de semana pude perceber quão claro a competição interna é clara e também percebi que quem normalmente sai perdendo nisso é o amigo homem.

Somos meros peões num grande jogo de Xadrez. Cada passo dado por elas é estrategicamente pensado para que ela se sobressaia frente às amigas. Algumas vezes sacrificam peças em prol do jogo, ou então para comer peças mais importantes. E nesse sábado fui posto em xeque algumas vezes.

Fui criticado por não dar atenção a uma amiga porque ela não era mais gostosa que a outra. Me tiraram de uma conversa porque uma delas já tinha me visto na sexta. Numa discussão sobre o melhor cafuné, fui acusado de não caprichar com uma delas porque todas as outras tinham elogiado.

Vocês podem estar pensando que na verdade elas tinham outros interesses. Acreditem, não têm. Elas estão só disputando quem é a melhor da matilha. Não querem ficar comigo. Querem somente provar que elas podem conquistar um homem que a outra não consegue.

Tomem cuidado! Porque como a competição é algo institucionalizado por elas, se você entrar no jogo, vai levar a culpa seja qual for o lado perdedor. E tenho dito!

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Rádio Mental

Junho 18, 2008


Eu tenho problemas. Todos os dias de manhã eu acordo com uma música na cabeça. Minha rádio mental é a coisa mais bizarra do mundo e especialmente hoje ela surtou.

Acordei com Jota Quest tocando alto com “7:15 eu acordo e começo a me lembrar do que ainda não me esqueci, do que tenho pra falar”.

Cheguei no trabalho atrasado já olhando para o meu chefe e pensando: “Sorri pra mim, porque eu preciso espantar a dor…”

Trabalho e dia corrido quando perto da hora do almoço tenho que revisar uma apresentação bem na hora do meu almoço. A rádio mental já disparou: “Eu mato, eu mato”

Durante o dia, milhares de estações sintonizadas com o meu dial completamente pirado e pronto para mudar a cada palavra nova solta na criação, resolvi ligar meu Itunes no máximo e tentar ignorá-la.

Na hora de pegar o ônibus lotado para a volta, Ultraje a rigor desce rasgando no rádio: “Ônibus, NÃO! Quando eu tiver dinheiro, eu só vou andar de táxi!”

Cheguei em casa, que estava vazia. Revendo meus arquivos antigos, releio um e-mail bomba que recebi há algum tempo atrás e uma interminável coletânea de músicas do Skank não parou de tocar até agora. Por isso “vou ficar aqui até que o dia amanheça. Vou me esquecer de mim e você se puder não me esqueça”.